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Tertúlias 2013
            
              Centro Ecuménico
           “Kun Iam” em Macau

     No dia 21 de maio, teve lugar no Centro de Documentação da Casa de Macau, mais uma tertúlia, desta feita evocando Centro Ecuménico “Kun Iam” em Macau.

     “O C.E.K.I na perspetiva da sua criadora: Arqtª Cristina Rocha Leiria”.




     Aqui fica um registo fotográfico do excelente final de tarde proporcionado a todos  os presentes.

Excelente final de tarde proporcionado a todos os presentes!

Excelente final de tarde proporcionado a todos os presentes!


Excelente final de tarde proporcionado a todos os presentes!


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Excelente final de tarde proporcionado a todos os presentes!

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Excelente final de tarde proporcionado a todos os presentes!


Excelente final de tarde proporcionado a todos os presentes!


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Excelente final de tarde proporcionado a todos os presentes!


Excelente final de tarde proporcionado a todos os presentes!


Excelente final de tarde proporcionado a todos os presentes!









Tertúlias 2013

             "Momento de Encontro
             e uma ligação a Macau "


      No dia 5 de março, teve lugar no Centro de Documentação da Casa de Macau, mais uma tertúlia, desta feita evocando o Ano Lunar da Serpente, que se iniciou no passado mês de fevereiro.
    As Tertúlias que o Centro de Documentação tem vindo a desenvolver, constituem momentos de encontro entre todos aqueles que de alguma forma tecem uma ligação a Macau, seja pelas suas origens, ou por experiências de vida mais ou menos fugazes, ou simplesmente pelo fascínio que Macau continua a exercer sobre quem a recorda ou simplesmente imagina! Para irmos ao encontro de um leque variado de expectativas, procuramos que estas Tertúlias espelhem adiversidade de olhares sobre Macau - Os textos e as imagens que o Centro de Documentação reúne no seu acervo, são nestas ocasiões partilhados como ponto de partida para a reflexão conjunta em torno de um tema que nos leva ao passado de Macau, sem esquecer o presente e abrindo caminho para um olhar atento sobre o futuro daquele Território.
      O objetivo nuclear é a preservação da identidade de Macau, pelo que são recorrentes os apontamentos que nos remetem a especificidades daquela comunidade, como são o patuá ou os testemunhos de fusão das diversas culturas em presença, patenteados em diferentes formas de expressão artística e cultural. Cumprem-se porém outros objetivos que, ainda que periféricos, não deixam de ser menos importantes.
     Estas Tertúlias constituem ainda momentos privilegiados de confraternização e salutar convívio, pelo que, não prescindimos da partilha de um chá que habitualmente aquece estas conversas informais de fim de tarde.



General Vasco Rocha Vieira

                  General Vasco Rocha Vieira


  Conferência

             "Macau - Exemplo do
               Segundo Sistema "



    O General Vasco  Rocha Vieira, cujo percurso de vida, servindo Portugal, dispensa apresentação, descreveu e enquadrou, numa conferência integrada no Ciclo de Conferências dedicadas à China, no âmbito da evocação dos 500 anos da chegada de Portugal à China e ao Sudeste Asiático, os últimos anos da presença de Portugal em Macau.

      Nessa conferência, que teve lugar no passado dia 20 de Junho, na Sociedade Histórica da Independência de Portugal,  Vasco Rocha Vieira, o último Governador português de Macau, relembrou o percurso político que culminou na Cerimónia de Transferência de Soberania em 19 de Dezembro de 1999, acontecimento único na longa história da presença portuguesa pelo mundo. 

      Para todos os portugueses continua inesquecível o momento do arrear da bandeira de Portugal, simbolizando essa imagem um adeus a um ciclo histórico em que Portugal foi protagonista da primeira globalização civilizacional da Humanidade.

     Usando uma linguagem clara e informativa, Rocha Vieira historiou o passado recente das  relações políticas entre Portugal-Macau e a República Popular da China, fazendo um enquadramento do «segundo sistema» e do entendimento entre os dois países, tendo Macau como plataforma de execução das responsabilidades inerentes aos  acordos que conduziram à Declaração Conjunta Luso-Chinesa para a Questão de Macau em 1987.

     A Lei Básica, traduzindo uma verdadeira visão de futuro dos Governos de Portugal e da Republica Popular da China assegurou a Macau, na Declaração Conjunta por 50 anos, um estatuto de autonomia para a RAEM  a nascer a partir de 29 de Dezembro,  no exercício dos poderes executivos, legislativo e judicial, incluindo o de julgamento de última instância.

      Rocha Vieira explicou as politicas desenvolvidas para garantir as condições necessárias a que tais propósitos políticos pudessem ter viabilidade e sustentabilidade . Pormenorizou as linhas de força dessas politicas e as principais ações conducentes  ao reforço da autonomia de Macau ,da sua identidade, da sua singularidade e da sua vocação de plataforma entre a China e outros espaços e culturas muito em especial a UE e a CPLP.
     A continuidade da   manutenção dos sistemas políticos e judiciais para Macau baseados na divisão de poderes e no respeito pelas liberdades individuais e direitos humanos ficaram consagrados nos  novos Códigos Penal, do Processo Penal, Civil, do Processo Civil, Comercial e das Sociedades Comerciais que ficaram garantindo para o futuro, o exercício daqueles direitos. A prevalência do sistema liberal de economia de mercado, a autonomia financeira,  a continuidade na aplicação dos acordos internacionais, o estatuto oficial das línguas portuguesa e chinesa, a singularidade cultural e social numa simbiose única de vivência, baseada na tolerância cultural e religiosa, o desenvolvimento extraordinário do Turismo firmaram-se como  peças essenciais para  garantirem para Macau a sua diferenciação integrada no grande areópago da China. 

      Os grandes projetos,integralmente executados pelo Governo de Macau, asseguraram uma qualidade de vida exemplar nas áreas da Saúde, da Educação, das Artes e das Comunicações Infraestruturais e Culturais.


      O reconhecimento por parte da Unesco de Macau como Património Mundial da Humanidade foi a consagração do que os Portugueses fizeram pelo Território ao longo de quase 5 séculos de permanência, e do empenho, da capacidade realizadora, da vontade de cumprir, da diplomacia e do entendimento que as sucessivas administrações souberam levar a cabo, empenhadas em assegurar o futuro de Macau e das suas gentes até ao ultimo dia da presença portuguesa.


      Tudo isto foi possível graças a uma visão de futuro e a um relacionamento objetivo, claro e responsável com os Governos da República Popular da China, que estabeleceram com Portugal e Macau uma parceria para além do dia 20 de Dezembro de 1999.

       O percurso da RAEM confirma que Portugal cumpriu e honrou as suas responsabilidades e  que o Governo da R.A.E.M.  da R. P. China tem cumprido e tomado medidas que confirmam o rumo seguido durante a transição . Apontou o orador, como exemplos entre outros , a criação do Secretariado Permanente do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de língua Portuguesa ( Macau), o CEPA. a realização dos 1º Jogos da Lusofonia em Macau sob o signo de uma “ Língua em 4 Continentes unidos pelo Desporto “

      Encerrou o General Vasco Rocha Vieira a sua conferência com um apelo aos empresários portugueses para que se dediquem com interesse e entusiasmo ao mercado chinês, através da Macau, plataforma privilegiada de apoio e de promoção dos seus interesses. Os países da CPLP são outra área onde os empresários portugueses  e chineses  podem progressivamente cooperar.


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